GT Foods: “Respeitamos acima de tudo a vida”, afirma vice-presidente
Com 28 anos de história, a GT Foods abate cerca de 600 mil frangos por dia, divididos em seus quatro frigoríficos, localizados em Maringá, Paranavaí, Terra Boa e Paraíso do Norte. Todas as plantas são habilitadas para exportação, inclusive algumas delas para os mercados mais exigentes, como a Europa e China continental.
“Como nossa cadeia de produção é verticalizada, temos, além das plantas de abate, mais 22 unidades de produção, sendo elas fábricas de ração, de óleos e farinhas, incubatório, matrizeiros, granjas de recria de matrizes, etc. Todas localizadas no Paraná, gerando 9,8 mil empregos diretos e, pelo menos, mais 60 mil indiretos”, informa Carlos Eduardo de Grossi, o Cacá, vice-presidente da empresa.
Granjas próprias e sistema de integração para as aves são utilizadas, permitindo que aproximadamente 600 famílias produtoras agreguem seus serviços no alojamento dos frangos, somando mais de 1000 aviários nessa cadeia. Isso impulsiona para que a GT Foods esteja presente em mais de 150 municípios do Paraná, levando desenvolvimento econômico e social de forma capilarizada.
“Nossos produtos estão em mais de 100 países e em todos os estados brasileiros. Possuímos Joint in Venture fora do país para incrementar a penetração internacional, como também 8 filiais próprias de vendas no país. Além de produzirmos frango, também somos proprietários da linha de produtos Lorenz. Ela foi adquirida pelo grupo no final de 2014 e possui duas fábricas, sendo elas em Cianorte e Quatro Pontos. A Lorenz foi fundada em 1916 e tem como principal linha de produtos a Maltodextrina, Amidos Modificados, Pregel e Dextrinas”, explica Cacá.
A GT Foods, mensalmente, contribui com vários programas sociais. São mais de 20, tendo como exemplos, a Creche Menino Jesus, a Casa Assistencial Ermance Dufaux, a APAE, o Lar Espírita e Beneficente Allan Kardec de Sarandi.
“Qualquer programa social originário do Rotary, já traz por definição princípios éticos, seriedade, credibilidade e, principalmente, o bem comum. Isso, por si só, já é uma contribuição enorme para que qualquer empresa, que segue os mesmos princípios, associe a sua marca à essa instituição. Entendemos ser um privilégio a GT ter, de alguma forma, uma relação com o Rotary”, destaca.
A pandemia do coronavírus impactou o mercado interno quanto o externo, as negociações e vendas caíram muito. “Os motivos são desde restrições ao comércio, restaurantes fechados, food services não operando, portos congestionados pela falta de staff em liberar os contêineres para retornarem aos países exportadores, dificuldades nos créditos devida a baixa liquidez do mercado financeiro, dentre diversos outros fatores”, contextualiza Cacá.
De acordo com o gestor, a GT Foods não diminuiu o volume de produção, não demitiu funcionários; ao contrário, contrataram mais de 300 colaboradores para substituir os colegas de grupo de risco, que precisam ficar em suas casas. “Quando esses colegas tiverem condições de retornarem às atividades, manteremos as novas contratações. Como existe um processo de turn over como em qualquer empresa, naturalmente esse quadro se ajustará, fazendo justiça à aqueles colaboradores que ingressaram na empresa para nos ajudar e aos que tiveram que ser afastados pelo risco da pandemia”.
Conforme Cacá, as exigências para se manter um abate são extremas em relação à higiene, limpeza e procedimentos. Todos os colaboradores já possuem como rotina a troca de roupas antes de entrar na produção. São roupas brancas, para quem opera dentro da produção, diariamente lavadas e higienizadas. EPIs como botas, toucas, luvas e máscaras, também já fazem parte dessa rotina antes mesmo do Covid-19. “O que adicionamos foi um rigoroso Plano de Contingência, protocolado e elogiado nas secretarias de saúde por onde temos operações. E, ao sermos fiscalizados, os elogios permaneceram e serviram de base para outras indústrias. Respeitamos acima de tudo a vida. Estamos dando todas as condições possíveis para que os nossos colaboradores produzam alimentos, que é um bem essencial e primordial a todos”.
A GT Foods tornou-se parceira do Rotay na gestão de Alan Rogério Mincache, em 2018-19 e renovou sua participação em 2019-20, com Anníbal Bianchini.
Larissa Nakao
Comunicação Corporativa






